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	<title>Lu Fernandes &#187; Nossos clientes na mídia</title>
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		<title>O Diário de Dan</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 19:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eric</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossos clientes na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[O autor do livro é bem jovem, o espanhol Dan Kirshner. É autor-personagem. Ele é roteirista na TV espanhola e este é o seu primeiro livro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mantiqueira.inf.br">O Diário de Dan</a></p>
<p>O autor do livro é bem jovem, o espanhol Dan Kirshner. É autor-personagem. Ele é roteirista na TV espanhola e este é o seu primeiro livro. O personagem é uma nuvenzinha cinza, tudo acontece com ele. Seu novo professor é um extraterrestre, o arrumadinho da classe é seu melhor amigo, seu irmão é um idiota. Dan acha que todos estão contra ele. Podemos sugerir como a redescoberta de um gênero que foi famoso na década de 60 (Diário de Ana Maria, Diário de Dani), agora volta com tudo com Querido Diário Otário e Diário de um banana, na lista dos mais vendidos e também destinados aos meninos.</p>
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		<title>Envenenada pelo marido, mulher foi acusada de sequestrar a própria filha</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 19:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eric</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossos clientes na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os meses em que namoraram até o casamento, em 1999, o homem a tratou muito bem, tanto, que a espanhola achou que tinha encontrado um companheiro para toda a vida, mesmo que fosse ela quem pagasse todas as contas da casa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/1041771-envenenada-pelo-marido-mulher-foi-acusada-de-sequestrar-a-propria-filha.shtml">Envenenada pelo marido, mulher foi acusada de sequestrar a própria filha</a></p>
<p>da Livraria da Folha<br />
Texto baseado em informações fornecidas pela editora da obra.</p>
<p>Desgraça pouca é bobagem. O livro</p>
<p>Entre os meses em que namoraram até o casamento, em 1999, o homem a tratou muito bem, tanto, que a espanhola achou que tinha encontrado um companheiro para toda a vida, mesmo que fosse ela quem pagasse todas as contas da casa.</p>
<p>No entanto, após ligar um dia para o trabalho do marido, local para o qual ele a tinha proibido de telefonar, e descobrir que Peter não trabalhava lá, Maria José levou a primeira surra. Após a chocante transformação, o homem pediu mil perdões, disse que jamais a maltrataria novamente e chegou ameaçar se suicidar para nunca mais causar um mal tão grande à mulher que amava. Apaixonada, a advogada resolveu prosseguir com a relação. Logo após, engravidou e os dois tiveram a pequena Victória.</p>
<p>Para que a filha tivesse um pai, Maria José Carrascosa aguentou anos de maus-tratos, até que o marido saiu de casa por conta própria em 2004. Os dois fizeram um acordo em que a mulher ficaria com a menina e o pai poderia levá-la em fins de semana alternados. Ambos precisariam avisar caso viajassem com a criança para mais de 150 km de distância.</p>
<p>Veneno, câncer e prisão</p>
<p>Pouco depois, Peter resolveu pedir o divórcio formal, atitude que quebrava o acordo feito entre os dois. Para acertar a papelada, Maria deixou a filha na Espanha, com os avós, após avisar ao ex-marido e seus advogados que o faria.</p>
<p>Quando voltou para a Europa, já em 2005, a fim de se reunir com Victória, a protagonista descobriu que Peter havia pedido a guarda da menina. Pior, mesmo um mês antes de abandonar o domicílio conjugal nos Estados Unidos, ele já tinha alegado que sua filha havia sido levada pela mulher. Aparentemente, o sujeito havia bolado um plano maquiavélico e a advogada passou a ser procurada pela Interpol.</p>
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<p>Ainda em sua terra natal, a espanhola &#8211;que estava tendo problemas de saúde desde o nascimento da filha&#8211; resolveu ouvir aos apelos de sua mãe e foi visitar um médico. Com isto, Maria descobriu que seu ex-marido a estava envenenando pouco a pouco, enquanto viviam juntos, com veneno de rato. Como consequência das substâncias tóxicas, a protagonista desenvolveu um câncer no pâncreas, que precisou ser operado, teve o baço extraído e perdeu as funções da tireoide.</p>
<p>Para piorar, uma amigo policial revelou para ela que o truculento sujeito com quem se casara, aparentemente um pequeno empresário sem muita sorte, era, na verdade, um traficante internacional.</p>
<p>Mesmo com tantas desgraças, Maria tinha todos os fatos a seu favor. No entanto, recebeu apoio praticamente nulo de seu país em sua empreitada para conseguir ter direito sobre sua filha. Enquanto isso, Peter estava acompanhado de uma das advogadas mais influentes da Espanha e os Estados Unidos exigiam que a criança americana fosse levada de volta para território nacional.</p>
<p>Entre as idas e vindas, a advogada acabou presa nos EUA, em 2006, acusada de sequestrar a própria filha. Em 2009, foi condenada a 14 anos de prisão. O júri desprezou todas as acusações que ela fez contra o ex-marido. Maria está presa até os dias de hoje.</p>
<p>Além de contar toda esta história com detalhes, a jornalista Reyes Monforte também resgata os anos passados na cadeia por Maria e sua luta sem igual para conseguir ficar com a filha. Enquanto isso, Victória, hoje uma adolescente, aguarda uma resolução do caso na Espanha e é criada por seus avós maternos.</p>
<p>A obra foi escrita com base em documentos, depoimentos e com apoio da irmã da protagonista. Peter Innes ameaçou processá-la, assim como a autora, por se sentir caluniado pelas informações contidas nas páginas do volume.</p>
<p>*</p>
<p>&#8220;Amor Cruel&#8221;<br />
Autora: Reyes Monforte<br />
Editora: Planeta<br />
Páginas: 320<br />
Quanto: R$ 33,90 (preço promocional*)<br />
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha</p>
<p>* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.</p>
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		<title>Na Toca dos Leões</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 19:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eric</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossos clientes na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Dono de uma das mentes mais brilhantes e premiadas do ramo, Washington começou por acaso estagiando em uma pequena agência paulista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://midiapublicitaria.com/livro-na-toca-dos-leoes-2/">Na Toca dos Leões </a></p>
<p>NA TOCA DOS LEÕES A história da W/BRASIL, uma das agências de publicidade mais premiadas do mundo / Fernando Morais – São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2005.</p>
<p>O Livro “Na Toca dos Leões”, de Fernando Morais conta a história da agência de publicidade W/Brasil e das carreiras de seus três sócios: Washington Olivetto, Gabriel Zellmeister e Javier Llussá Ciuret.</p>
<p>Dono de uma das mentes mais brilhantes e premiadas do ramo, Washington começou por acaso estagiando em uma pequena agência paulista. Não concluiu o curso superior de comunicação na FAAP, porém desde o início seu talento impressionava, tanto que aos 22 anos ele foi o primeiro brasileiro a conquistar o prêmio Leão de Ouro, no Festival de Cannes, o Oscar da publicidade.</p>
<p>Seu sócio Gabriel iniciou sua carreira após fazer alguns cursos de ilustrador e começar a trabalhar como freelancer. Filho de judeus alemães sobreviventes da 2ª Guerra Mundial, ele saiu de casa cedo e sempre soube traçar objetivos e abrir mão de coisas desnecessárias, traços que leva até hoje, sendo considerado por seus funcionários como uma pessoa de personalidade muito forte. Desiludido por um tempo com o ramo da publicidade, tentou carreira como artista plástico, contudo decidiu levar a paixão apenas como hobbie.</p>
<p>Já Javier Llussá Ciuret, imigrante catalão, estudou Economia pela Universidade de São Paulo. Trabalhou na multinacional Gessy Lever, saindo de lá para ser sócio da fábrica de sorvetes Gelato, onde adquiriu muita experiência no ramo empresarial.</p>
<p>O caminho desses três incríveis personagens se cruzam depois que eles já adquiram muita experiência. Depois de idas e vindas nas carreiras, a W/Brasil é fundada em 1986 pelo tripé.</p>
<p>Foi um sucesso, recebeu inúmeros prêmios, dentre eles vários Leões de Ouro. E muitas propagandas se destacaram, dentre elas: “O primeiro Valisère a gente nunca esquece”, “Hitler” feita para a Folha de São Paulo, o “Garoto Bombril”, “Casal Unibanco”. A W/Brasil e a quantidade de prêmios recebidos por ela nunca parou de crescer.</p>
<p>Enfim, como opinião pessoal, posso dizer que este livro é um gás a mais para os futuros publicitários e aqueles que já são. Ele foi indicado durante meu primeiro semestre para um trabalho, mas o livro é muito prazeroso e não foi obrigação nenhuma ler. A cada página eu me emocionava como se estivesse vivendo toda aquela história junta, e tive toda a certeza de que havia encontrado o curso certo para mim.</p>
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		<title>Editora Planeta lança novo livro do italiano Federico Moccia</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 19:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eric</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Editora Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do sucesso de "Desculpe se te Chamo de Amor" e do "fenômeno Moccia" que o livro "Três Metros Acima do Céu" realizou, em que os personagens trancavam cadeados em pontes, fazendo apaixonados do mundo inteiro realizar o mesmo efeito nas pontes da Itália.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sociedadedolivrorp.blogspot.com/2012/01/editora-planeta-lanca-novo-livro-do.html">Editora Planeta lança novo livro do italiano Federico Moccia</a></p>
<p>Depois do sucesso de &#8220;Desculpe se te Chamo de Amor&#8221; e do &#8220;fenômeno Moccia&#8221; que o livro &#8220;Três Metros Acima do Céu&#8221; realizou, em que os personagens trancavam cadeados em pontes, fazendo apaixonados do mundo inteiro realizar o mesmo efeito nas pontes da Itália. A Editora Planeta divulgou seu mais novo lançamento, &#8220;Carolina Se Apaixona&#8221; do escritor Federico Moccia, que trás um enredo romântico &#8211; italiano que muitos fãs apreciam. Em &#8220;Carolina se Apaixona&#8221;, a personagem tem quatorze anos e entre os primeiros beijos e as confissões para as amigas, conhece um rapaz, porém seu celular some com todos os dados sobre Max, mas Carolina não desiste e sabe que poderá encontrá-lo. Entre a procura deste rapaz, os problemas com a família, as aventuras com as amigas, Carolina está pronta para começar a viver o mundo. De um jeito romântico &#8211; filosófico que só Moccia é capaz de escrever, com certeza este livro será um belo passatempo para qualquer garota apaixonada.</p>
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		<title>“Amor Cruel” revela luta de uma mãe obstinada por sua filha</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 19:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eric</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Editora Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito pela jornalista Reyes Monforte, o livro da Editora Planeta conta a história real da espanhola María José Carrascosa após seu casamento com um norte-americano. Ao descobrir o passado obscuro do marido, ela resolve tirar a filha do casal do país, decisão que lhe custou uma pena de 14 anos de cadeia, que ela cumpre até agora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://portal.belezarevelada.com.br/2012/01/o-livro-amor-cruel-revela-luta-real-de-uma-mae-obstinada-por-sua-filha">“Amor Cruel” revela luta de uma mãe obstinada por sua filha</a></p>
<p>Por: Mark Frediani</p>
<p>Escrito pela jornalista Reyes Monforte, o livro da Editora Planeta conta a história real da espanhola María José Carrascosa após seu casamento com um norte-americano. Ao descobrir o passado obscuro do marido, ela resolve tirar a filha do casal do país, decisão que lhe custou uma pena de 14 anos de cadeia, que ela cumpre até agora.</p>
<p>Desde a infância, María José Carrascosa acalentava o sonho de viver nos Estados Unidos. Perto dos 40, esta advogada valenciana já tinha dois apartamentos no país – um deles com vista panorâmica para Nova York – quando se casou com Peter Innes. Era março de 1999. Mal sabia que ali começava um pesadelo que até hoje está longe de se acabar.</p>
<p>Com todos os elementos de um thriller, “Amor Cruel”, o novo romance da jornalista e escritora Reyes Monforte (“Uma Burca Por Amor”) conta a dramática trajetória desta mulher. Começa com o desejo de conhecer o homem ideal e o casamento, passa pelos maus tratos do marido e desemboca numa sucessão de acontecimentos e disputas judiciais na Espanha e nos Estados Unidos, onde a protagonista mesmo doente até hoje defende a segurança da filha acima de tudo.</p>
<p>Nesses anos todos, a luta da advogada suscita discussões acaloradas, principalmente na Espanha, onde mora sua família. O clima se assemelha ao vivido aqui durante a disputa pela guarda do menino Sean, entre o pai biológico norte-americano e o padrasto brasileiro, após a morte da mãe, a estilista brasileira Bruna Bianchi.</p>
<p>Apesar da grande mobilização popular na Espanha, o Wikileaks revelou documentos em 2007 mostrando que o governo espanhol não se esforçou para interceder em favor da valenciana. O embaixador daquele país nos Estados Unidos afirmava que ambos os governos concordavam que a mediação da controvérsia era a resposta adequada até que o caso “caísse”.</p>
<p>Disputa Judicial</p>
<p>Em 2004, María José se separou de Peter Innes, após uma rotina de maus tratos. Em outubro, volta a Espanha com sua filha, Victória Solenne, munida de um acordo que lhe dá a guarda da menina. Nos Estados Unidos, uma manobra do marido impede a separação legal do casal. A Justiça norte-americana dá ao pai a custódia da criança e determina seu retorno ao país.</p>
<p>Neste meio tempo, a advogada descobre o passado obscuro do marido, inclusive que ele   tentou envenená-la nos últimos anos de convivência. Em 2005, a Justiça espanhola nega a Peter Innes o direito de levar sua filha da Espanha e confisca o passaporte de Victória Solenne para impedir sua saída do país até os 18 anos.</p>
<p>Amparada por esta decisão, María José volta à Nova York, onde é presa por se recusar a entregar a menina ao pai. “Minha filha não acabará nos braços de um assassino, um psicopata, um criminoso”, diz. Em 2009, ela é condenada a 14 anos de prisão. De lá para cá, sua saúde piora a cada dia e ela pode perder a visão de ambos os olhos. A família espera ser recebida pelo presidente da Espanha e a pequena Victória Solenne pergunta todos os dias pela mãe.</p>
<p>A autora</p>
<p>Reyes Monforte é jornalista e escritora. Sua vida profissional foi marcada pelo trabalho na rádio espanhola, onde durante quinze anos dirigiu e apresentou vários programas, como Pais de Locos e Cinco Lunas. Uma burca por amor foi um dos maiores sucessos editoriais no ano de seu lançamento na Espanha, onde ela também já publicou: La rosa escondida e Amor cruel. Em janeiro de 2011 foi lançado Uma burca por amor.</p>
<p>Ficha técnica:</p>
<p>Amor cruel<br />
Autor: Reyes Monforte<br />
Editora: Planeta<br />
Páginas: 320<br />
Preço: R$ 39,90</p>
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		<title>A sombra do súcubo</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 19:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eric</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Georgina Kincaid está de volta e tem sua pior missão: ajudar a planejar o casamento de Seth, seu grande amor. Aparece na cidade um novo súcubo, Simone, que tem Seth na mira. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mantiqueira.inf.br">A sombra do súcubo</a></p>
<p>Georgina Kincaid está de volta e tem sua pior missão: ajudar a planejar o casamento de Seth, seu grande amor. Aparece na cidade um novo súcubo, Simone, que tem Seth na mira. Georgina está sendo estranhamente invadida por sonhos e pensamentos perniciosos. Richelle Mead é conhecida pela série juvenil Academia de Vampiros. Ela integra a coletânea Amor Imortal &#8211; Histórias de Amor Eterno. A série Súcubo está sendo publicada no Reino Unido, Alemanha,França, Espanha e Rússia e teve seus direitos para TV adquiridos pela Fox.</p>
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		<title>Editora Planeta lança novo livro do italiano&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 20:11:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois do sucesso de "Desculpe se te Chamo de Amor" e do "fenômeno Moccia" que o livro "Três Metros Acima do Céu" realizou, em que os personagens trancavam cadeados em pontes, fazendo apaixonados do mundo inteiro realizar o mesmo efeito nas pontes da Itália.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tribooks.blogspot.com/2012/01/lancamento-editora-planeta-lanca-novo.html">Editora Planeta lança novo livro do italiano &#8230;</a></p>
<p>Editora Planeta lança novo livro do italiano Federico Moccia</p>
<p>Depois do sucesso de &#8220;Desculpe se te Chamo de Amor&#8221; e do &#8220;fenômeno Moccia&#8221; que o livro &#8220;Três Metros Acima do Céu&#8221; realizou, em que os personagens trancavam cadeados em pontes, fazendo apaixonados do mundo inteiro realizar o mesmo efeito nas pontes da Itália. A Editora Planeta divulgou seu mais novo lançamento, &#8220;Carolina Se Apaixona&#8221; do escritor Federico Moccia, que trás um enredo romântico &#8211; italiano que muitos fãs apreciam. Em &#8220;Carolina se Apaixona&#8221;, a personagem tem quatorze anos e entre os primeiros beijos e as confissões para as amigas, conhece um rapaz, porém seu celular some com todos os dados sobre Max, mas Carolina não desiste e sabe que poderá encontrá-lo. Entre a procura deste rapaz, os problemas com a família, as aventuras com as amigas, Carolina está pronta para começar a viver o mundo. De um jeito romântico &#8211; filosófico que só Moccia é capaz de escrever, com certeza este livro será um belo passatempo para qualquer garota apaixonada.</p>
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		<title>Amazon sonda escritores no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 20:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eric</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Editora Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[A Amazon está mesmo empenhada em chegar com tudo no mercado brasileiro. Depois de começar a operar seu serviço de computação na nuvem no Brasil e na América do Sul, a empresa começa a negociar a venda de livros nacionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/amazon-sonda-escritores-no-brasil">Amazon sonda escritores no Brasil</a></p>
<p>A empresa ignorou as editoras e está negociando direto com os autores</p>
<p>Getty Images</p>
<p>São Paulo – A Amazon está mesmo empenhada em chegar com tudo no mercado brasileiro. Depois de começar a operar seu serviço de computação na nuvem no Brasil e na América do Sul, a empresa começa a negociar a venda de livros nacionais.</p>
<p>De acordo com a coluna Radar, assinada pelo jornalista Lauro Jardim, na revista Veja, as negociações com as editoras brasileiras não foram satisfatórias e a companhia está tentando negociar com os próprios autores. Esta seria a estratégia adotada pela Amazon nos Estados Unidos.</p>
<p>O escritor Augusto Cury, que já vendeu mais de 15 milhões de exemplares de títulos de autoajuda, teria sido procurado pela empresa, sem passar por sua editora, a Planeta. O autor, no entanto, não chegou a um acordo.</p>
<p>Outro brasileiro, no entanto, já tem um acordo com a empresa. Paulo Coelho disponibilizou seus livros para serem vendidos na Amazon brasileira. As obras têm versões em português, espanhol, francês e alemão disponíveis, segundo a coluna.</p>
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		<title>Baseado em dramas reais</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 20:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eric</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossos clientes na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[A história da advogada espanhola condenada a 14 anos de prisão por suposto sequestro da filha rende Amor Cruel, de Reyes Monforte]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,baseado-em-dramas-reais,828917,0.htm">Baseado em dramas reais</a></p>
<p>A história da advogada espanhola condenada a 14 anos de prisão por suposto sequestro da filha rende Amor Cruel, de Reyes Monforte</p>
<p>30 de janeiro de 2012 | 3h 06<br />
MARIA FERNANDA RODRIGUES &#8211; O Estado de S.Paulo</p>
<p>A história que a jornalista Reyes Monforte conta em seu novo livro poderia ser mais uma sem final feliz como tantas por aí, e isso a autora deixa claro logo no título: Amor Cruel. Acontece que a história é verídica e a protagonista Maria José Carrascosa, uma advogada espanhola que se casou com um americano, ao invés de amargar uma dor de cotovelo porque o marido a abandonou, ganhou uma pena de 14 anos de prisão pelo suposto sequestro da filha Victória.</p>
<p>O caso comoveu a Espanha em meados dos anos 2000, mas não chegou a abalar as relações diplomáticas entre os dois países envolvidos. E foi parar no WikiLeaks. O site de Julian Assange tornou público telegrama que mostrava uma mediação neutra proposital por parte da Espanha, assunto recorrente no livro, que mostra diversas tentativas vãs de um contato com o consulado do País em Nova York &#8211; inclusive para encaminhar medicamentos para a prisão. Em outro momento, foi divulgado que o ex-presidente Zapatero teria tentado uma intervenção ao pedir que os Estados Unidos encerrassem o caso. Mas isso só aconteceu devido a outro caso diplomático, e não porque uma cidadã espanhola estava presa injustamente em outro continente.</p>
<p>Amor Cruel não é um livro de ficção convencional e não é um romance baseado no drama da família Carrascosa. São exatamente os últimos anos de Maria José contados em detalhes por amigos, familiares e outros condenados que conviveram com ela na cadeia. Situações cotidianas, como conversas em festas, consultas médicas, a rotina no esconderijo e na prisão, são exploradas pela autora na tentativa de montar o quebra-cabeça e dar uma voz à história.</p>
<p>Com 15 anos de experiência em rádio e bastante conhecida na Espanha, ela poderia ter feito um bom livro-reportagem porque teve acesso a todos os documentos e aos principais personagens. Mas Monforte tem uma queda por narrativas romanceadas de tragédias reais. É autora, entre outros, de Uma Burca Por Amor, sobre outra espanhola, María Galera, que se apaixonou por um afegão, converteu-se ao islamismo para se casar, viajou ao país do marido e de lá não pode sair por causa do Talibã.</p>
<p>&#8220;Amor Cruel é mais realidade do que ficção. É, na verdade, um livro em forma de reportagem ficcional. Usei documentos oficiais, nomes reais, cidades e datas. É mais arriscado porque corre-se o perigo de os protagonistas não ficarem satisfeitos porque você contou mais do que devia ou menos, mas acho que assim é mais justo com o leitor. Uma vez mais a realidade supera a ficção. Por que recorrer, então, à ficção se a realidade ultrapassa com folga a imaginação mais exagerada?&#8221;, comenta.</p>
<p>Se Maria José gostou de ver sua intimidade revelada e explorada? Nem um pouco. Em entrevista ao El País, disse que processaria editora e autora. Monforte e Temas de Hoy, do Grupo Planeta, não receberam nenhuma notificação. Lançado em 2008 na Espanha, o livro já teve os direitos vendidos para a tevê, despertando de novo a ira da protagonista.</p>
<p>Fadada ao fracasso desde o início, a história de amor de Maria José chega agora ao Brasil pela Planeta. Foi através de um site de relacionamentos, onde se inscreveu por curiosidade, que ela conheceu Peter Innes. E foram as fotos mandadas por ele que chamaram sua atenção (de um jeito bom) &#8211; em uma delas, aparecia abraçado a um urso de pelúcia; na outra, estava ao lado de uma árvore de Natal. Peter foi o escolhido entre mais de 1400 pretendentes e já no primeiro jantar Maria se apaixonou.</p>
<p>Casou grávida, mas não por isso, três meses depois. Não ganhou nenhuma aliança e não estranhou. Perdeu o bebê logo depois e não teve a conta do hospital paga pelo marido, que se apresentou como um amigo e deixou a mulher se recuperando sozinha. Também não estranhou. Engravidou de novo quatro meses depois e o pesadelo começou.</p>
<p>Ao comentar com ele que pediria o visto de residência, sofreu a primeira de muitas agressões, verbais, no princípio, e depois físicas &#8211; todas relevadas. Uma hora, no entanto, começou a se assustar. Mas foi o marido quem saiu de casa, deixando mulher e filha. Pouco depois, despachou Victória com os pais para na Espanha, enquanto resolvia algumas questões em Nova York.</p>
<p>Chegou a Valência muito debilitada e começaram as suspeitas de que estaria sendo envenenada. Ganhou um tumor no pâncreas e perdeu o baço. O tratamento continua até hoje na cadeia. Já na casa dos pais, recebeu a primeira ordem para que levasse a filha de volta aos Estados Unidos e começou sua busca pelos melhores advogados &#8211; milhares de euros já foram gastos e pelo menos uma dezena de advogados foi demitida.</p>
<p>Sem conseguir resolver a situação a partir da Espanha, certa de que tudo não se passava de um grande mal-entendido e ignorando o conselho dos amigos e familiares, viajou para os Estados Unidos e se apresentou à corte. Lá, recebeu o ultimato: ou levava a criança para o pai ou seria presa por sequestro. Além de sua teimosia, outra complicação se impôs. No meio do processo, o justiça espanhola, por considerar que Victória deveria ficar no país, confiscou o passaporte da garota. Então, nem que ela quisesse poderia embarcar a filha.</p>
<p>Conseguiu se esconder por alguns meses até que foi presa em cena típica de cinema. Confiou que seria por pouco tempo, mas lá se vão seis anos. Deve esperar outros oito para reencontrar a filha, hoje com 11 anos. Houve uma tentativa de amenizar a situação no julgamento, mas isso incluía a convivência entre pai e filha. Maria José não aceitou.</p>
<p>Se Peter não se interessava pela família, por que tanto empenho no caso? &#8220;Só ele tem a resposta. Peter diz que é tudo mentira, mas aí está a realidade: Maria está presa e sua filha vive com os avós na Espanha. As duas pagam o preço mais alto. Entre o amor e o ódio há um passo. E se todos chegam a fazer tudo por amor, também fazem tudo por ódio. A humanidade está repleta de exemplos como esse&#8221;, diz.</p>
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		<title>Minhas Mulheres e Meus Homens</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eric</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossos clientes na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiquei meio em dúvida entre comprar esse livro ou não comprá-la. Há muito que não lia literatura brasileira e estava ansioso para conhecer mais das obras nacionais contemporâneas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://literarioecinematografico.blogspot.com/2012/01/minhas-mulheres-e-meus-homens.html">Minhas Mulheres e Meus Homens</a></p>
<p>Brasil, 1999, 252 páginas, editora Objetiva. Autor: Mário Prata.<br />
Esse livro nos permite não apenas conhecer mais sobre Mário Prata, mas também nos apresenta inúmeros outros personagens extremamente interessantes e relevantes para a cultura brasileira.</p>
<p>Fiquei meio em dúvida entre comprar esse livro ou não comprá-la. Há muito que não lia literatura brasileira e estava ansioso para conhecer mais das obras nacionais contemporâneas. Esse livro do Mário Prata é desses gêneros que causam confusão: difícil chamá-lo de literatura, principalmente porque o livro na verdade reúne breves explicações sobre pessoas com as quais ele teve contato em algum momento da vida, percorrendo o “breve” período de 181 anos – desde a origem do sobre “Prata” até a época de publicação do livro, datado de 13 anos atrás.</p>
<p>Aqueles que esperam literatura nos seus moldes mais tradicionais – ou seja, uma história linear com personagens regulares – decerto se frustrarão com o que há aqui. Acredito haver inequívoca literatura aqui: toda a vida do autor nos é contada e toda ela acontece com a junção de inúmeros “cacos”, que são as pessoas que ele eventualmente conheceu. Assim, a cada nova pessoa que surge na história, constrói-se a vida – a narrativa da vida – de Mário Prata. Detalhe especial para o fato de, como o autor mesmo escreve, a história poder ser lida de vários jeitos: você pode lê-la linearmente, da primeira página à última, acompanhando a ordem alfabética; você pode pular para os nomes em negrito, que não necessariamente acompanham a ordem alfabética ou cronológica (por exemplo, de Abe, na p. 17, há um nota na lateral da página indicando que a pessoa em questão está conectada com Zuleika, da p. 244); ou, ainda, você pode acompanhar a história pela cronologia, conferindo o final do livro, onde há um índice para guiá-lo.</p>
<p>Eu optei por seguir a ordem cronológica e, assim, recriar mentalmente a trajetória da vida do autor e das pessoas que ele conheceu ao longo de sua vida. E devo dizer que há nomes de muitas personalidades famosas, muitos momentos marcantes, muitos lugares – e isso acaba satisfazendo todos os leitores, que decerto encontrarão com o que se identificar na obra. Não tardou para que eu me identificasse: logo no começo da cronologia, há uma referência à minha cidade natal – Rio Claro. Sobre ela, Prata afirma que em 1968 “estava numa pracinha em Rio Claro, esperando Ticá [Beozzo] sair da faculdade” (PRATA, 1999, p. 231) e sobre o relacionamento deles, diz que “ficou aquela coisa parada no ar, numa cidade onde só fui uma vez” (ibidem). Isso aconteceu há 44 anos, numa época em que Rio Claro felizmente não era alvo de piadinhas no Facebook por ostentar uma versão pífia da Torre Eiffel. Eventualmente conhecemos mais: de Chico Buarque, de Caetano Veloso, Marta Suplicy, de São Paulo, Rio de Janeiro, até mesmo Araraquara, cidade que está relacionada à sua ex-esposa, Marta Góes.</p>
<p>E é importante ressaltar que o autor escreve sem rodeios sobre inúmeros problemas enfrentados por ele e por seus amigos, principalmente a partir de meados da década de 1960, quando a ditadura surgiu para oprimir. Gosto especialmente de uma passagem do livro, quando Prata nos fala sobre Julinho da Adelaide, personagem de Chico Buarque foi obrigado a assumir para poder compor e ter suas músicas aceitas pelos censores, já que a simples menção ao seu nome já fazia com as canções fossem barradas:</p>
<p>Julinho da Adelaide até então não tinha dado uma entrevista, poucas pessoas tinham acesso a ele. Nenhuma foto. [...] Setembro de 74. A coisa tava preta. O Chico já havia topado e marcado para aquela noite na casa dos pais, na rua Buri. [...] Quando eu achava que estava tudo pronto o Chico disse que ia dar uma deitadinha. Quando desceu, não era mais o Chico. Era o Julinho. Julinho, ao contrário do Chico, não era tímido. Mas, como o criador, a criatura também bebia e fumava. [...] Era metido a entendedor de tudo. Falou até de meningite nessa única entrevista que deu a um jornalista brasileiro. Julinho não se deixaria fotografar. Tinha uma enorme e deselegante cicatriz muito mal explicada no rosto. [...] Chico inventava, a cada pergunta, na hora, facetas, passado e presente do Julinho. [...] Para mim, o que ficou depois de 25 anos, foi o privilégio de ver o Chico em um total e superempolgado momento de criação. Até então, Julinho era apenas um pseudônimo para driblar a censura. Ali, naquela sala, criou vida. (ibidem, p. 124-126)</p>
<p>Como disse, não apenas conhecemos a história do autor, mas também a história do nosso próprio país e de figuras que foram imensamente importantes para a construção de elementos da nossa cultura. E tudo isso com extremo bom humor e sem nenhum moralismo forçoso que incomode a leitura. Mário Prata faz uso de palavras como “bicha”, “viado”, além de nos contar sem temores momentos curiosos de sua vida sexual (e também da vida sexual dos amigos):</p>
<p>Eu havia operado da fimose há 15 dias. Ainda tinha uns pontos. O que eu sei é que acordei no dia seguinte na cama dela [de Maria Regina, atriz], todo ensangüentado, ainda viajando [por causa do ácido], com a coisa latejando. Parecia uma rosa vermelha mordida por um buldogue. (ibidem, p. 162)</p>
<p>A sua franqueza torna a leitura agradável. Parece uma confissão do autor, como se fôssemos nós amigos dele, como se estivéssemos a acompanhar a sua história sendo dita por ele mesmo, estando à sua frente, numa conversa informal e divertida. E o livro é interessante também para conhecer os “podres” de alguns famosos; acabamos inevitavelmente por enxergá-los bem mais próximos da nossa realidade do que do jeito como normalmente os vemos – míticos, distantes. Acredito que a obra seja extremamente válida para ser lida – como viram na citação longa sobre o Julinho, o livro serve para como um registro de um momento histórico, só que a analisado pelo outro lado. A lista de nomes é vasta, devem ser uns trezentos, mas decerto vale a pena e a leitura é bastante rápida, extremamente recomendada como o que eu chamo de “leitura de transição”, que é aquele momento em que você quer um livro leve logo após ter lido uma obra contundente.</p>
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